COPROFAM, uma união fundamental para os agricultores da região

A COPROFAM foi criada em 1994 com o objetivo principal de dar voz aos interesses do setor nos países da América do Sul, e especialmente do Mercosul, nos processos de integração econômica regional que se levaram a cabo na década dos 90.
Cumpriu plenamente o seu mandato de protagonista no processo de integração regional, sendo promotor, criador e principal participante na plataforma de diálogo político na REAF Mercosul; participando também em outros espaços regionais importantes, como o Conselho Agropecuário do SUL (CAS) - (Reunião dos Ministros de Agricultura do Sul); a CELAC e a UNASUL.

Atua também em organismos internacionais de cooperação, como referência e consulta em espaços criados para tanto, como sejam: (i) o Foro Mundial Campesino do FIDA; (ii) o Conselho de Segurança Alimentar da FAO, e (iii) o Fórum Rural Mundial (WRF), responsável pelo Ano Internacional da AF - AIAF 2014, consagrado pela ONU, e pela campanha em curso AIAF+10.

Boa parte dos AFC associados às organizações que integram atualmente a COPROFAM (FAA-Argentina, CIOEC-Bolívia. CONTAG-BRASIL, MUCECH-Chile, CCP-Peru, ONAC-Paraguai, UAN-Paraguai, CNFR-Uruguai, AMRU-Uruguai), são os principais atores na produção primária de itens essenciais da cesta básica dos países da região, e de itens para exportação.
Destacam-se: cana-de-açucar, mandioca, feijão, milho, hortaliças, frutas, cabras, ovinos, suínos, aves (carne e ovos), leite, pecuária, e mel.

Em alguns dos países da região (Brasil-Secretaria Especial de AF da Presidência, e Chile-INDAP) a importância do setor da AFC é tão notória que existe uma institucionalidade específicamente dedicada ao desenho e aplicação de políticas públicas diferenciadas, que os atende. Nos demais países os Ministérios setoriais contam com um Vice-ministro, uma Subsecretaria ou uma Direção dedicadas a esta tarefa.

A exceção de Bolívia e Peru - que não participam ativamente do MERCOSUL - nos países nos quais radica a COPROFAM existe uma autoridade nacional nominada Coordenador Nacional da REAF, que convoca regularmente representantes da AFC para analisar o desenho e o funcionamento de instrumentos de política pública diferenciados, e sua correspondente alocação orçamentária, e que põe especial atenção no envolvimento das suas organizações sócias.

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